FBOs
Mentalidade das companhias impede o funcionamento das FBOs

Enquanto o tráfego da aviação executiva no Brasil continua a crescer, a infra-estrutura necessária evolui lentamente, com a vantagem de o país sediar dois dos maiores eventos esportivos do mundo: a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Mas para aqueles acostumados ao modelo norte-americano de operadores de base fixa (FBO, na sigla em inglês), há ainda algumas diferenças em muitos dos aeroportos do Brasil.

“Eu diria que está mais próximo do modelo europeu,” disse Tim Bartholomew, gerente de suporte a viagens internacionais da Rockwell Collins Flight Services (estande 2007). “Como na Europa, onde não há propriamente um FBO, ou tem-se um terminal principal e um terminal de aviação geral ou apenas um terminal.”

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